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ONG Bom pra Cachorro realiza pedágio solidário neste sábado (10)
Cerca de 200 animais são atendidos pela ONG
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ONG Bom pra Cachorro realiza pedágio solidário neste sábado (10)

Também estão pedindo doações de roupas, utensílios domésticos e outros artigos que possam ser comercializados no bazar.

Éder Luiz

Éder Luiz

ONG Bom pra Cachorro realiza pedágio solidário neste sábado (10)
Cerca de 200 animais são atendidos pela ONG

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Neste sábado, (10), a ONG Bom pra Cachorro estará no centro de Joaçaba realizando um pedágio solidário. A ação foi idealizada pelo LowWest Club, equipe de carros baixos de Joaçaba, que sensibilizada com a situação da ONG procurou as voluntárias oferecendo membros de sua equipe para estar trabalhando na arrecadação e tem o apoio do Fotógrafo Kleberson Borcardo e sua esposa Vera Ruaro. O objetivo da ação é arrecadar recursos para custear o trabalho de castrações, alimentação e demais cuidados para com os mais de 200 cachorros recolhidos pelas voluntárias e ainda atender os pedidos de resgate e atendimento que chegam diariamente.

O pedágio irá acontecer das 9 às 12h e a tarde à partir das 14h. Qualquer valor doado será de grande ajuda. Além disso quem quiser pode estar colaborando ainda com a doação de roupas em bom estado (masculinas, femininas e infantis), utensílios domésticos e outros objetos que possam ser vendidos no bazar que a ONG mantém em uma sala na Avenida XV de Novembro ao lado do Shopping XV. Além disso, quem quiser contribuir em outro dia pode levar as doações de roupas e utensílios no próprio bazar, ou na empresa Lolo Pneus que é apoiadora da Ong e disponibilizou uma caixa de coleta.

De acordo com Terezinha Romanetto, que é responsável pela ONG, tem sido difícil conseguir garantir a compra de ração e ainda atender tantos casos. Ela agradece a iniciativa da equipe LowWest Club e a Lolo Pneus pelo apoio.

"Todo dia temos algm caso pra atender. Quando não é para tirar animais de situauções de maus-tratos, tem que socorrer porque estão doentes, machucados, foram abandonados. É um trabalho que nunca termina. Somos em poucas voluntárias e com recursos escassos fica ainda mais difícil". comentou.


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