Pane em SP gera cancelamentos em aeroportos de Santa Catarina
Departamento classificou o incidente como um problema técnico operacional, mas não detalhou a origem exata da falha.
Uma pane técnica no controle de tráfego aéreo da região de São Paulo provocou uma série de atrasos e cancelamentos nos principais aeroportos de Santa Catarina na manhã desta quinta-feira (9). De acordo com os levantamentos realizados até o final da manhã, os terminais de Florianópolis, Joinville e Navegantes registraram, ao todo, sete cancelamentos e sete voos com atraso. Embora a situação tenha sido restabelecida pelo controle aéreo por volta das 10h, os reflexos operacionais nas escalas ainda eram sentidos pelos passageiros até meados das 11h30.
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No Aeroporto Internacional de Florianópolis Hercílio Luz, a movimentação foi marcada por quatro cancelamentos totais e três atrasos. As suspensões envolveram voos da Gol e da Latam que fariam a conexão entre a capital catarinense e os aeroportos de Congonhas e Guarulhos. Entre os atrasos registrados na capital, os destinos afetados incluíram os aeroportos de Viracopos e Congonhas, em operações das empresas Azul e Gol. A Zurich Airport Brasil, concessionária que administra o terminal, emitiu uma orientação oficial para que os clientes busquem atualizações diretamente com as companhias aéreas antes de se deslocarem ao aeroporto.
A instabilidade também impactou o fluxo aéreo no restante do estado. No Aeroporto Victor Konder, em Navegantes, foram contabilizados dois cancelamentos e quatro atrasos divididos entre partidas e decolagens. Já no Aeroporto Lauro Carneiro de Loyola, em Joinville, um voo da Latam que tinha como destino o aeroporto de Congonhas precisou ser cancelado. Diante do cenário, a Agência Nacional de Aviação Civil informou que está monitorando a situação para levantar o número total de rotas atingidas e a estimativa de passageiros prejudicados pela falha técnica em São Paulo.
Em nota oficial, a Força Aérea Brasileira explicou que a interrupção das operações durou 36 minutos, ocorrendo especificamente entre 9h30 e 10h06. O Departamento de Controle do Espaço Aéreo classificou o incidente como um problema técnico operacional, mas não detalhou a origem exata da falha. O órgão ressaltou que as aeronaves foram devidamente sequenciadas conforme os protocolos internacionais de segurança de voo, mantendo o fluxo previsto para os aeródromos. A FAB reiterou que as atividades já foram normalizadas e que as causas do problema técnico serão devidamente apuradas pelo DECEA.
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