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Chuvas em Tangará. Foto: Defesa Civil
Clima

Chuva intensa provoca alagamentos, deslizamentos e transtornos em municípios do Meio-Oeste catarinense

Tangará acumulou 75 milímetros de chuva e Videira registrou 100 milímetros em poucas horas.

Luan

Luan

Chuvas em Tangará. Foto: Defesa Civil

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A forte chuva que atinge o Meio-Oeste de Santa Catarina desde a terça-feira (21) provocou uma série de transtornos em municípios da região. Conforme informações divulgadas pelo Portal RBV, Tangará e Videira registraram elevados volumes de precipitação, resultando em alagamentos, transbordamento de rios, quedas de árvores, deslizamentos de terra e outros problemas que mobilizaram as equipes da Defesa Civil.

Em Tangará, o acumulado chegou a aproximadamente 75 milímetros entre a terça-feira e a manhã desta quarta-feira (22). O grande volume de água fez com que o Rio Caçador ultrapassasse seu leito normal, afetando moradores da comunidade de Linha Fraida.

Além disso, conforme o levantamento da Defesa Civil do município, foram registrados bueiros obstruídos, árvores caídas sobre vias e pequenos deslizamentos de terra em diferentes pontos do interior.

Segundo a coordenadora municipal de Proteção e Defesa Civil, Lurdes Zanella, as equipes da Defesa Civil e da Secretaria Municipal de Obras permanecem em campo acompanhando a situação e atendendo as ocorrências registradas. A orientação é para que a população comunique qualquer emergência pelo telefone 199.

Videira registra 100 milímetros em poucas horas

A situação também exigiu atenção em Videira, onde o volume de chuva foi ainda mais expressivo. De acordo com o coordenador da Defesa Civil do município, Luiz Fernando Gardini, foram registrados cerca de 100 milímetros de precipitação entre a meia-noite e o início da manhã desta quarta-feira, um índice considerado extremamente elevado para um intervalo tão curto.

O excesso de chuva provocou diversos pontos de alagamento, além de deslizamentos de terra e queda de pedras em diferentes regiões da cidade.

Entre os locais afetados está o trecho entre as comunidades de Santa Gema e Anta Gorda, que atualmente passa por obras e já apresenta histórico de problemas durante períodos de chuva intensa.

Chuvas em Videira. Foto: Defesa Civil

Outro ponto de atenção foi a área localizada em frente à Havan, onde já existe uma estrutura de contenção em gabião. O local segue sob judicialização envolvendo o Governo do Estado e voltou a registrar problemas com o grande volume de água.

Também foi registrado um deslizamento de pedras no bairro Dois Pinheiros, situação que, segundo a Defesa Civil, foi rapidamente resolvida pelas equipes da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (SDU).

As equipes das Defesas Civis municipais permanecem monitorando as áreas de risco e acompanhando a evolução das condições climáticas, principalmente em locais suscetíveis a alagamentos, deslizamentos e transbordamento de rios.

A orientação aos moradores é que evitem transitar por áreas alagadas, fiquem atentos a sinais de movimentação de encostas e acionem a Defesa Civil em caso de qualquer situação de risco.


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