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Abate de Javalis Liberado no Estado
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Abate de Javalis Liberado no Estado

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Éder Luiz

Éder Luiz

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No início da tarde desta terça-feira (7) mais um passo foi dado no sentido de realizar o controle populacional dos javalis, que estão destruindo áreas de lavouras na Serra Catarinense.

Um grupo com seis “caçadores”, pessoas autorizadas pelo Exército a utilizar armas de fogo, reuniram-se com o comando da Polícia Ambiental.

No encontro todas as regras sobre como se procederá o abate dos animais foram debatidas. “É necessário que estas regras fiquem bem claras para que não ocorram eventuais abusos nesta operação de controle populacional do javali na região”, enfatizou o subtenente, Edison Tadeu Brasil.

“É fundamental que fique bem claro que as regras são bem específicas e devem ser seguidas à risca por todos os interessados”, completou o subtenente.

Entre estas regras estabelecidas está a que proíbe terminantemente a utilização de qualquer tipo de armadilha. É vedado ainda o abate do animal fora dos domínios da propriedade, cujo o proprietário buscou autorização junto à Polícia Ambiental. “O proprietário deve ter sempre em seu poder a autorização de abate”, lembrou o sub tenente.

O comando da Polícia Ambiental alertou que a fiscalização para coibir eventuais abusos será intensificada e orientou aos presentes que toda vez que se deparar com um policial, deve soltar sua arma e se identificar imediatamente.

Na condição de autorizado a realizar o abate, Giovani Pegorini diz que já foi contactado por cerca de oito proprietários de terras nas regiões de Vacas Gordas em Capão Alto e do município de Campo Belo do Sul.

“Já providenciei minha permissão para o abate e devo começar nos próximos dias em pelo menos uma propriedade onde o dono já tem a autorização”, explicou Pegorini.

Ele considerou muito importante o encontro realizado na tarde desta terça-feira, principalmente no que diz respeito à definição de como será a fiscalização.

“Queremos que a Polícia Ambiental esteja presente para que outras pessoas não tentem tirar proveito desta situação e abatam outros animais”, comentou Pegorini, que teme que excessos venham a ser cometidos.


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