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Foto: Divulgação
Santa Catarina

Cão sumido há 4 meses reencontra donos em mutirão em SC

Durante os quatro meses de ausência, o cão recebeu o nome de Pitoco e contou com o auxílio da equipe de uma fundação.

Éder Luiz

Éder Luiz

Foto: Divulgação

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Um reencontro emocionante marcou o mutirão de castração realizado pela Prefeitura de São José, na Grande Florianópolis, na última quinta-feira. Nathália Peres e Lucas Silva, que aguardavam na fila para o atendimento de um gatinho no Parque dos Sabiás, acabaram reconhecendo por acaso o cachorro da família, Pipoca, que estava desaparecido desde dezembro. A confirmação da identidade do animal aconteceu de forma imediata assim que os tutores o chamaram pelo nome e ele prontamente atendeu ao comando.

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O animal estava sob os cuidados de servidores da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, que o resgataram após ele aparecer perdido na região do parque. Durante os quatro meses de ausência, o cão recebeu o nome de Pitoco e contou com o auxílio da equipe da fundação, que construiu uma casinha e garantiu alimentação e segurança. Para evitar conflitos com outros animais durante o evento de castração, os funcionários o mantiveram na garagem de veículos da unidade, local onde foi avistado pelos antigos donos.

A servidora Vanessa Regina Caitano, uma das responsáveis pelo acolhimento temporário, relatou que o animal havia sido abrigado no galpão para protegê-lo de possíveis ataques, já que ele havia sido ferido por outro cão em uma ocasião anterior. Segundo ela, apesar do apego criado pela equipe de trabalho durante o período de convivência, a felicidade de ver o pet retornando para sua família original é gratificante. Nathália, a tutora, descreveu o momento como uma mistura de choque e alívio, ressaltando que as esperanças de encontrá-lo já eram mínimas.

Antes de integrar a família de Nathália e Lucas, o cachorro já possuía um histórico de superação, tendo sido resgatado após um abandono no Rio Grande do Sul. O sumiço em dezembro trouxe grande sofrimento aos tutores, que agora celebram o retorno do animal como um novo recomeço. Para selar a união entre a história antiga e o período em que foi cuidado pelos servidores municipais, o cão foi rebatizado como Pitoca, uma junção dos dois nomes recebidos ao longo de sua trajetória.


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