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© Fernando Frazão/Agência Brasil
Brasil

Motoristas de app e taxistas já podem pedir financiamento

Programa do governo federal abre crédito para carros novos de até R$ 150 mil, com juros de 12,5% ao ano.

Éder Luiz

Éder Luiz

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Motoristas de aplicativos e taxistas já podem, desde esta sexta-feira (19), pedir financiamento de veículos zero quilômetro pelo Move Brasil, programa do governo federal voltado à renovação da frota de transporte individual no país. O interessado precisa se cadastrar na plataforma oficial e aguardar até cinco dias para saber se poderá participar.

Como funciona o crédito

O Move Brasil reúne linhas de crédito facilitadas para a compra de veículos novos. Entre elas está o Move Motos, voltado a motociclistas de aplicativos que querem financiar ciclomotores, motonetas, motocicletas e bicicletas elétricas produzidas no Brasil ou com projeto de investimento voltado à produção no país. A linha segue os mesmos moldes do Move Aplicativos, destinado a motoristas de aplicativos e taxistas que buscam financiar carros.

Essas modalidades ampliam o alcance do programa criado para viabilizar a renovação das frotas por meio de financiamento. Segundo o Planalto, a taxa será de 12,5% ao ano, o que equivale a 0,99% ao mês para homens e 0,91% ao mês para mulheres.

O crédito vale só para veículos novos, com teto de R$ 150 mil. Os automóveis precisam sair de montadoras habilitadas no programa e cumprir critérios de sustentabilidade definidos pelo governo. Para entrar na fila, o trabalhador precisa ter ao menos 12 meses de cadastro na plataforma oficial e registrar no mínimo 100 corridas.

O pacote inclui carros flex (gasolina e etanol), elétricos e híbridos a etanol. No caso do Move Aplicativos, 740 mil profissionais já cumpriram os requisitos para acessar a linha com as condições mais favoráveis.

O governo federal abriu crédito extraordinário de R$ 30 bilhões para a compra desses veículos por motoristas de táxi e de aplicativo. O Ministério da Fazenda vai repassar os recursos ao BNDES, que também ficará responsável por operacionalizar a medida.


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