FOTO: Bruno Collaço / AGÊNCIA AL
Na sessão ordinária desta quarta-feira (26) foram aprovadas quatro proposições, com destaque para o Projeto de Lei Complementar (PLC) 5/2025, que estabelece novos salários mínimos regionais em Santa Catarina. De autoria do governo do Estado, o PLC foi aprovado por unanimidade e concede reajuste médio de 7,27% na remuneração mínima dos trabalhadores dos diferentes setores do mercado de trabalho, retroativo a 1º de janeiro de 2025.
📱FIQUE POR DENTRO DAS NOTÍCIAS EM TEMPO REAL:
Segundo o projeto, os valores ficam estabelecidos da seguinte forma:
Quatro deputados se manifestaram durante a discussão da matéria. Para o deputado Neodi Saretta (PT), o projeto de lei é fruto de discussão dos trabalhadores com os sindicatos patronais e o governo do Estado, e o Parlamento apenas ratificou a negociação. O deputado Jair Miotto (União) considerou que 7% não é um aumento suficiente para a realidade do Brasil, com a taxa de juros em 14%, mas já melhora a condição dos trabalhadores.
Já Marcos Vieira (PSDB) explicou que apenas cinco estados do país adotam o salário regional e que Santa Catarina é o único que teve aumento acima da inflação em 2025. José Milton Scheffer (PP) encerrou a discussão dizendo estar “muito orgulhoso” pelo piso salarial de Santa Catarina estar muito acima do salário mínimo.
Projetos sobre violência
Dois dos projetos aprovados na sessão tratam de violência. O PL 346/2023, de autoria do deputado Napoleão Bernardes (PSD), permite que o denunciante de casos de violência física e verbal tenha seus dados mantidos em sigilo.
O projeto é conhecido como “Denúncia Segura” e prevê que, no momento do registro do Boletim de Ocorrência, a vítima ou comunicante do crime pode solicitar o sigilo dos dados. O pedido será analisado pelo delegado responsável. Segundo o autor, isso diminuiria o medo de comunicar crimes.
O segundo projeto aprovado que trata sobre violência é o PL 28/2021, de autoria do deputado Marcius Machado (PL). A matéria proíbe a gratificação para servidores públicos que tenham cometido crimes contra a mulher, a criança, o adolescente e o idoso. A vedação vale desde a condenação até oito anos após o cumprimento da pena.
Segundo com o autor do projeto, a função gratificada mostra que o Estado é grato ao servidor pelo trabalho exercido, e isso não deve ser concedido a pessoas que cometem crimes e têm atos repugnantes.
Direito à remoção para amamentar
A última proposta votada nesta quarta-feira foi o PL 167/2022, de autoria do deputado Volnei Weber (MDB). A matéria garante o direito à remoção para unidade próxima da residência para agentes de segurança pública durante o período de aleitamento materno.
O PL beneficia policiais civis e militares, bombeiras militares e agentes penitenciárias e garante o trabalho mais perto de casa até que a criança, gerada ou adotada, complete um ano de idade.
Fonte: Alesc
A proposta prevê que os recursos sejam destinados para o fomento do esporte e lazer…
Ela também cobrou obras para recuperar local de desmoronamento no acesso a Pato Roxo.
Com destino a Brusque e Blumenau, equipe joga no sábado (29) e domingo (30).
O acidente ocorreu no dia 19 e ela estava há nove dias na Unidade de…
A grama sintética tem 60 milímetros de comprimento e suporta jogos e treinos diariamente, além…
O crime ocorreu em 27 de novembro de 2022, quando Rodrigo Ribeiro Tibes Júnior foi…
O site Eder Luiz, utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência, de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Leia mais