Polícia instaura inquérito para apurar morte de bebê em creche de Caçador
Criança passou mal pouco depois de ser deixada na unidade; investigação busca esclarecer a causa do óbito.
A Polícia Civil de Santa Catarina abriu um inquérito para investigar a morte de um bebê de quatro meses ocorrida dentro de uma creche de Caçador, no Meio-Oeste catarinense. O caso é apurado pela Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (Dpcami) do município.
Segundo informações divulgadas pelo Portal RBV, a mãe deixou a criança na unidade por volta das 8h de terça-feira (11). Aproximadamente uma hora a uma hora e meia depois, ela foi chamada com urgência pela creche. Ao chegar ao local, recebeu a informação de que a filha havia morrido.
Conforme os primeiros relatos repassados à investigação, o bebê teria apresentado um mal súbito enquanto estava na creche. A criança recebeu atendimento inicial e foi levada imediatamente para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), localizada em frente à instituição. Apesar das tentativas de reanimação realizadas pela equipe de saúde, o bebê não resistiu.
Os primeiros exames não identificaram sinais aparentes de ferimentos ou de violência no corpo da criança. Mesmo assim, diante da morte em circunstâncias que ainda precisam ser esclarecidas, a Polícia Civil iniciou os procedimentos investigativos.
O delegado titular da Dpcami de Caçador, Lucas Davanso Mendonça, informou que diversas medidas estão sendo adotadas para determinar o que provocou a morte. Entre elas está a realização de exame cadavérico, que deverá auxiliar na identificação da causa exata do óbito.
A investigação também prevê a coleta de depoimentos de pessoas relacionadas ao caso, incluindo a mãe, familiares, profissionais de saúde que atenderam o bebê e funcionários da creche. Documentos e registros referentes ao atendimento e à permanência da criança na unidade também serão analisados.
A Polícia Civil informou que o objetivo é reunir todas as informações necessárias para esclarecer as circunstâncias da morte. Até o momento, não há confirmação de que o bebê tenha sofrido qualquer tipo de violência.
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