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Foto: Reprodução/coragem.gentileza
Estado

Possível trote universitário com cão comunitário é investigado em SC

Em nota oficial, a universidade afirmou que não apoia trotes que não tenham caráter solidário e destacou que esse tipo de prática é proibido.

Luan

Luan

Foto: Reprodução/coragem.gentileza

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Um cachorro comunitário encontrado com partes do corpo pintadas de azul provocou indignação e levou a Universidade do Extremo Sul Catarinense a abrir uma investigação interna em Criciúma. O animal, que costuma circular pelo campus da universidade, apareceu com tinta azul na cabeça, nas orelhas, na cauda e na região do ânus. A suspeita é de que o caso esteja relacionado a um trote universitário realizado por estudantes.

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Segundo informações divulgadas pelo ND+, o episódio teria ocorrido fora das dependências da universidade, mas ainda assim a instituição decidiu investigar o caso para identificar possíveis responsáveis.

A situação ganhou repercussão após voluntários ligados à causa animal publicarem uma nota de repúdio. O grupo alertou para os riscos que a tinta pode causar ao cachorro, como alergias, intoxicação, irritações e estresse.

Em nota oficial, a universidade afirmou que não apoia trotes que não tenham caráter solidário e destacou que esse tipo de prática é proibido pelo regimento interno da instituição. A direção informou ainda que a apuração será conduzida com rigor e que eventuais medidas serão tomadas após a conclusão da investigação.

A Associação Atlética Acadêmica de Psicologia Tritão também se manifestou sobre o episódio. A entidade negou qualquer envolvimento e afirmou que a recepção dos calouros promovida pelo grupo aconteceu em outro local, sem relação com o caso. Além disso, informou que também busca identificar os autores da ação.


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