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Suspeito de feminicídio em Vargem era investigado por crime sexual contra a enteada de 14 anos
Foto: Ilustração
Feminicídio

Suspeito de feminicídio em Vargem era investigado por crime sexual contra a enteada de 14 anos

Homem de 61 anos que matou a mulher a tiros em Vargem era investigado por crime sexual contra a enteada de 14 anos. Suspeito...

Viatura da polícia com sinalizador aceso e policiais ao fundo
Foto: Ilustração

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Novos detalhes apurados pelas forças de segurança pública revelam o grave contexto por trás do crime de feminicídio que chocou o município de Vargem, no Meio-Oeste catarinense, na madrugada deste sábado (24), por volta das 04h.

O suspeito, um homem de 61 anos que se encontra foragido, já estava sob investigação policial por suspeita de cometer crime contra a dignidade sexual de adolescente. A vítima do abuso seria a própria enteada, uma jovem de 14 anos, filha da mulher assassinada. Em virtude do inquérito, a Justiça havia decretado medidas protetivas de urgência em favor da adolescente.

Invasão, agressão na área externa e disparos

Inconformado com as restrições judiciais e a apuração policial, o homem invadiu a residência da família no Centro de Vargem com o objetivo de obrigar a companheira, de 34 anos, a ir com ele para retirar as medidas protetivas que resguardavam a filha.

Diante da recusa e resistência da mãe, o agressor a agarrou pelo braço e a arrastou à força para fora do imóvel em direção ao seu automóvel. A mulher caiu no chão próximo ao veículo e, nesse momento, o homem sacou a arma e efetuou de três a quatro disparos à queima-roupa. A vítima não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu no local. O autor fugiu em seguida.

Testemunhas e diligências policiais

Toda a violência foi presenciada pelos filhos menores de idade da vítima e também pela ex-companheira do suspeito, que residia no mesmo imóvel e contou detalhes da dinâmica da agressão e dos disparos às equipes policiais.

A Polícia Científica efetuou os levantamentos periciais na cena do crime e o recolhimento do corpo para o exame necroscópico. A Polícia Civil de Santa Catarina abriu inquérito e realiza diligências preliminares na região para rastrear o paradeiro do investigado, que permanece em local ignorado.

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Foto de Pedro Silva

Pedro Silva

Universitário de Publicidade e Jornalismo, repórter e produtor de conteúdo no Éder Luiz Notícias e redes sociais.


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