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Terceiro foco da doença de Newcastle é identificado no Oeste de SC
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Terceiro foco da doença de Newcastle é identificado no Oeste de SC

Caso foi registrado em Nova Erechim e envolve 9,6 mil aves sem sintomas; mais de 680 propriedades foram vistoriadas na região

Terceiro foco da doença de Newcastle é identificado no Oeste de SC

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Um terceiro foco da doença de Newcastle foi identificado no Oeste de Santa Catarina. O novo caso foi registrado em uma propriedade de Nova Erechim durante ações de vigilância ativa realizadas pela força-tarefa responsável pelo monitoramento e controle da doença na região.

O foco envolve 9,6 mil aves que, segundo as informações divulgadas, não apresentavam sintomas. Com a identificação, o raio de vigilância sanitária foi ampliado em aproximadamente 9,5 quilômetros, aumentando a área de monitoramento. As equipes seguem com os procedimentos de controle e prevenção na propriedade onde o vírus foi detectado.

Outros dois focos foram confirmados na região

O primeiro foco da doença de Newcastle foi confirmado em uma granja de Nova Itaberaba. Conforme a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), as medidas sanitárias previstas foram adotadas, e a propriedade está em vazio sanitário.

O segundo caso foi confirmado em 24 de outubro, em uma propriedade de Coronel Freitas, onde foram identificadas aves infectadas. No local, a depopulação e o enterro dos perus foram concluídos, enquanto os trabalhos de limpeza e desinfecção seguem em andamento.

A confirmação do segundo foco levou ao abate de aproximadamente 6 mil perus como medida sanitária para evitar a disseminação do vírus.

Mais de 680 propriedades foram vistoriadas

As ações de vigilância e controle foram intensificadas em toda a região. Entre os dias 20 e 26 de outubro, as equipes vistoriaram 133 propriedades comerciais e 551 propriedades de subsistência, totalizando 684 propriedades.

A operação também mantém quatro barreiras sanitárias em funcionamento, com fiscalização e desinfecção de veículos. Além disso, as equipes monitoram as criações, coletam amostras e orientam os produtores sobre medidas de prevenção e biosseguridade.

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