TSE promove semana de ações para reforçar confiança na urna eletrônica antes das eleições de 2026
Programação inclui demonstrações do funcionamento do equipamento e campanha contra desinformação.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciou nesta semana a primeira edição da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, uma mobilização que busca ampliar o conhecimento da população sobre o funcionamento das urnas eletrônicas e reforçar a segurança e a transparência do processo eleitoral brasileiro.
Ao longo da programação, serão realizadas demonstrações práticas do sistema de votação, palestras, exposições e ações educativas voltadas ao combate à desinformação relacionada às eleições.
Um dos destaques acontece nesta segunda-feira (3), às 17h30, quando o TSE promoverá uma transmissão ao vivo em suas redes sociais para apresentar os componentes da urna eletrônica. Durante a live, técnicos da Justiça Eleitoral abrirão o equipamento e explicarão, passo a passo, como funciona o sistema utilizado nas eleições brasileiras.
Outra iniciativa prevista para a semana é o lançamento da campanha “Fato ou Boato – Viralizou”, que tem como objetivo esclarecer informações falsas ou enganosas que circulam na internet sobre o processo de votação eletrônica. A proposta é orientar os eleitores e combater a disseminação de notícias falsas relacionadas ao sistema eleitoral.
A programação será encerrada no próximo domingo (9), em Brasília, com a realização da Corrida Pela Democracia. O evento esportivo pretende incentivar a participação da população na vida democrática e destacar a importância do voto para o fortalecimento das instituições.
O primeiro turno das eleições está marcado para o dia 4 de outubro, quando os brasileiros irão às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, deputados estaduais e deputados distritais.
Caso seja necessário, o segundo turno ocorrerá no dia 25 de outubro, exclusivamente para os cargos de presidente da República e governador. A nova votação será realizada se nenhum dos candidatos alcançar mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, desconsiderando os votos em branco e nulos.
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