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Golpe de Páscoa já atingiu mais de 300 mil pessoas no WhatsApp
Uma das telas do golpe.
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Golpe de Páscoa já atingiu mais de 300 mil pessoas no WhatsApp

A proximidade com a Páscoa reacendeu o sinal de alerta contra golpes e fraudes que circulam nas redes sociais e no WhatsApp.

Éder Luiz

Éder Luiz

Golpe de Páscoa já atingiu mais de 300 mil pessoas no WhatsApp
Uma das telas do golpe.

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A proximidade com a Páscoa reacendeu o sinal de alerta contra golpes e fraudes que circulam nas redes sociais e no WhatsApp. A bola da vez é uma falsa promoção de Páscoa que promete dar um vale-presente de R$ 800, mas, na verdade, apenas deixa o seu dispositivo exposto à ação de pessoas mal-intencionadas. De acordo com a companhia de segurança digital PSafe, a ação já atingiu 309 mil pessoas, número de acessos bloqueados à armadilha pelo aplicativo de segurança DFNDR Security.

A técnica usada pelos criminosos não diferem em quase nada de outras ações do tipo: uma mensagem promete o vale-compras e contém um link; ao clicar sobre ele, o usuário precisa responder um miniquestionário e depois pressionar um botão para “aceitar o presente”.

O botão, porém, ativa o recebimento de notificações da página no navegador mobile, expondo o aparelho a ainda mais ações nocivas. Por meio dessas notificações, os cibercriminosos enviam páginas repletas de publicidade e malwares que podem resultar no roubo de dados sensíveis.

“Tanto a URL que está circulando pelo WhatsApp quanto os falsos e-commerces têm como objetivo roubar dados pessoais e financeiros para depois utilizá-los em outros golpes, como inscrição em serviços pagos de SMS e compras nos cartões de crédito das vítimas”, explica o diretor do DFNDR Lab Emilio Simoni.

Simoni recomenda que o usuário utilize aplicativos de segurança, que podem detectar a presença de links suspeitos e bloquear o acesso a eles. Além disso, manter uma rotina de cuidado quando usa o seu smartphone é outra dica bastante valiosa. “É importante que o usuário crie o hábito de se certificar se as páginas de promoção realmente pertencem às marcas que elas indicam pertencer”, comenta Simoni.

Fonte: Tec Mundo


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