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Fotos: divulgação/Oestemais
Estado

Buscas por menina desaparecida em rio passam de uma semana sem sucesso

Corpo de Bombeiros amplia estratégias e utiliza helicóptero, drone e embarcação em Xanxerê.

Luan

Luan

Fotos: divulgação/Oestemais

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As buscas pela menina Yasmin Sechini, de 10 anos, seguem sem resultados e já ultrapassam uma semana no rio Chapecozinho, em Xanxerê, no Oeste de Santa Catarina. Nesta sexta-feira (9), os trabalhos continuam com reforço de equipes do Corpo de Bombeiros, apoio aéreo do helicóptero do Saer-Fron e uso de tecnologias como drone da Defesa Civil. As informações são do site Oeste Mais.

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De acordo com os bombeiros, as operações estão concentradas em trechos previamente mapeados ao longo do rio, definidos a partir de relatos de familiares e moradores da região. As buscas envolvem bombeiros em solo, auxílio de cão farejador e monitoramento aéreo, além da participação de voluntários e populares, que vêm colaborando desde o início das operações.

As condições do rio, no entanto, dificultam os trabalhos. A forte correnteza, a presença de pedras e a vegetação densa nas margens tornam o avanço das equipes mais complexo. Ainda nesta sexta-feira, os bombeiros pretendem colocar uma embarcação na água para ampliar a área de varredura.

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Em entrevista ao Oeste Mais, o capitão Daniel Massarotte explicou que o trajeto planejado será rio acima, a partir da confluência dos rios Chapecozinho e Chapecó, no interior do município de Marema. “A intenção é alcançar pontos adicionais onde a navegação seja possível e realizar a observação das margens com apoio do drone, mesmo diante da correnteza intensa e do leito rochoso do rio”, destacou.

Durante as buscas, na segunda-feira (5), o pai de Yasmin localizou um tênis pertencente à criança. Um dos pés do calçado foi encontrado próximo ao ponto onde havia sido localizado o corpo da mãe da menina.

Patrícia Sechini, de 34 anos, e a filha desapareceram no dia 1º de janeiro, enquanto participavam de uma pescaria. O corpo da mãe foi localizado no sábado (3), em um trecho de difícil acesso do rio Chapecozinho. A retirada exigiu uma operação complexa, com mobilização de sete bombeiros, além do apoio da Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Científica e Defesa Civil.

O acesso ao local foi realizado com o auxílio do helicóptero do Saer, e a remoção do corpo ocorreu por volta das 19h. Em razão do estado de decomposição, não houve velório. O sepultamento foi realizado na manhã de domingo (4).


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