Caso do caixão
Foi grande a repercussão do caso do caixão encontrado nos fundos do cemitério de Ibicaré sem qualquer vestígio de um corpo.
Foi grande a repercussão do caso do caixão encontrado nos fundos do cemitério de Ibicaré sem qualquer vestígio de um corpo. E de forma rápida a Polícia Civil desvendou o mistério e descobriu como o objeto foi parar no local. A divulgação ainda ajudou a polícia a descobrir uma prática inadequada que vinha sendo utilizada no local, a de retirar ossadas dos túmulos e se desfazer dos caixões de qualquer maneira, o que se concluiu após uma denúncia encaminhada a polícia nesta quarta-feira pelo Éder Luiz.com.
O responsável pela delegacia de Ibicaré, Renato Weiss, encaminhou uma nota explicando como o caso foi solucionado e informando que poderá haver responsabilização no caso dos caixões que foram jogados nas proximidades do cemitério
Leia
É com sentimento de alívio que informamos a resolução do caso do caixão que foi encontrado nos fundos do cemitério municipal de Ibicaré.
Importante lembrar o caso:
No dia 26/01 do corrente ano a professora Edete Giacomelli foi encontrada morta dentro do apartamento onde morava, no centro da cidade em Fraiburgo, com sinais de violência. Como a família da professora é tradicional em Ibicaré, o corpo de Edete foi sepultado neste município, no dia seguinte, no mesmo túmulo dos seus pais.
Ocorre que ao abrir o túmulo, pedreiros terceirizados constataram a existência de um caixão, parcialmente danificado pelo tempo. Como é de costume, os ossos da pessoa já sepultada foram transferidos para um saco apropriado e armazenado no mesmo túmulo, para que pudesse dar espaço ao novo sepulcro. Porém, com a transferência da ossada, o caixão foi depositado nos fundos do cemitério, sendo encontrado apenas no dia de ontem (18/02).
Cabe salientar que, devido a repercussão do fato, a Polícia Civil tomou conhecimento de uma prática inapropriada realizada por pedreiros terceirizado no cemitério municipal, qual seja a destinação imprópria dos caixões.
Não compactuamos com tal atividade visto que, muito aquém de ser um ilícito, é atitude que afronta o princípio do respeito aos mortos, aos entes queridos e a seus familiares e à moral humana, sentimentos estes subjetivos em cada ser humano.
Tão logo seja formalizada a conclusão da investigação, a Polícia Civil de Ibicaré, se assim entender, instaurará procedimento policial contra os responsáveis pela prática acima descrita.
Salientamos ainda que a Administração Municipal manifestou total apoio às ações policiais, explicando que jamais aceitará tais atitudes oriundas dos pedreiros que executam obras no cemitério municipal e comungando a ideia de que os responsáveis devem responder pelos atos cometidos.
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