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Gaeco - Foto Divulgação
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Gaeco deflagra operação em Joaçaba e na região por crimes contra a ordem tributária

O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) deflagrou nesta manhã na região a Operação Conta$Certa.

Éder Luiz

Éder Luiz

Gaeco - Foto Divulgação

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O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) deflagrou nesta manhã na região a Operação Conta$Certa. Os trabalhos acontecem nos municípios de Joaçaba, Treze Tílias, Pinheiro Preto, Princesa, Salto Veloso, São José do Cedro e  Guarujá do Sul. Estão sendo cumpridos 16 mandados de busca e apreensão, 11 mandados de condução coercitiva e um mandado de prisão. O GAECO investiga crimes contra a ordem tributária, que envolvem dissimulação de bens e valores e empresas de fachada.

A operação é conduzida por Promotores de Justiça e integrantes dos Gaecos de Chapecó e Lages. As medidas foram decretadas pelo Poder Judiciário da Comarca de Joaçaba, atendendo a requerimento formulado pela 8ª Promotoria de Justiça de Lages – Regional de Combate aos Crimes contra a Ordem Tributária -, em parceria com a 3ª Promotoria de Justiça de Joaçaba. Ao todo, 11 pessoas foram conduzidas para prestar esclarecimentos nas sedes das Promotorias de Justiça de São José do Cedro e Joaçaba e um empresário do setor de laticínios residente em São José do Cedro foi preso preventivamente por crimes contra a ordem tributária. Os documentos e objetos apreendidos serão analisados.

Os crimes contra a ordem tributária, lavagem de capitais e organização criminosa eram cometidos, reiteradamente, desde o ano de 2009. O empresário preso utilizava integrantes do seu grupo familiar, seja posicionando-os na administração de empresas utilizadas com o intuito de proceder à lavagem de capitais e a transferências de bens das duas empresas de Lacticínios que administra, seja movimentando as contas bancárias particulares destes.

Contra o empresário preso tramitam, nas Comarcas de Joaçaba e São José do Cedro, seis ações penais pela prática de crimes contra a ordem tributária, sendo que em duas delas já houve condenação em primeiro grau. O nome do empresário não foi divulgado pelo Ministério Público.


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