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Investigação sobre morte de bombeiro durante ocorrência ainda não começou

Investigação sobre morte de bombeiro durante ocorrência ainda não começou

Éder Luiz

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Um mês após a morte do bombeiro Guilherme Luiz Vieira, de 29 anos, que teve o corpo queimado ao tentar eliminar um vespeiro de uma casa em Catanduvas, as investigações praticamente não avançaram. As informações são do Portal G1. Segundo o Corpo de Bombeiros, o inquérito militar deve demorar pelo menos mais 30 dias. Já Delegacia de Catanduvas informou que aguarda o recebimento do laudo cadavérico para começar a ouvir testemunhas.

Vieira morreu no dia 22 de setembro depois de tentar eliminar um enxame de vespas, no dia anterior. Ele chegou a ser hospitalizado, mas não resistiu às queimaduras de segundo grau.

A corporação designou o capitão William Fazzioni, responsável pelo batalhão de Videira para coordenar o inquérito militar. Segundo Fazzioni, na última sexta-feira (16) ele recebeu o comunicado oficial da corporação para exercer essa função.

"O inquérito militar é instaurado para ver se houve alguma culpa, dolo ou se foi apenas um acidente. Ainda não tive acesso aos laudos, mas até a semana que vem devemos começar as diligências", disse Fazzioni nesta quarta (21).

Conforme o capitão, a coleta de depoimentos sobre a situação do acidente deve começar com os colegas da vítima, que estavam com ele no local onde houve a retirada do vespeiro. Nesta segunda, um escrivão do batalhão de Catanduvas foi escolhido para acompanhar os trabalhos.

"Temos o prazo legal de 30 dias para concluir os trabalhos. Creio que em mais 20 dias teremos resultados", completa o capitão. Segundo ele, os dados serão enviados posteriormente para a Justiça Militar, que dará o veredito sobre o caso.

Segundo o tenente-coronel Luiz Carlos Balzan, comandante do 11º batalhão do Corpo de Bombeiros de Catanduvas, do qual o bombeiro pertencia, todos os materiais sobre o caso estão compilados. "Laudo cadavérico e do local, os equipamentos utilizados e as roupas foram separados e estão à disposição do capitão para iniciar os trabalhos", disse Balzan.

Conforme Balzan, o inquérito civil do caso, na Polícia Civil, será aberto após o laudo militar ser concluído.

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