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Laudos confirmam que gasolina de posto fiscalizado em operação não estava adulterada

Laudos confirmam que gasolina de posto fiscalizado em operação não estava adulterada

Éder Luiz

Éder Luiz

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A direção do Posto São Vicente, de Herval d´Oeste, através de sua assessoria jurídica, divulgou nesta quarta-feira, 02, uma nota sobre o resultado do laudo que apurava se havia adulteração na gasolina comercializada pelo estabelecimento.

No mês passado, durante fiscalização da Operação Alvará Seguro, desencadeada pela Polícia Civil, com apoio do Procon, Fatma e Polícia Militar, duas bombas do estabelecimento foram lacradas pela suspeita de que pudesse existir adulteração na mistura do etanol anidro (álcool) à gasolina, que está fixado em no máximo 27%.

Na oportunidade o Portal Éder Luiz divulgou o caso como “suspeita”, como de fato foi repassado pela Polícia Civil e reforçado pelas palavras de uma fiscal do Procon/SC, ouvida pela nossa reportagem. “É uma suspeita, vamos levar para análise para comprovar. A princípio, o que percebemos é que pode existir mais álcool do que autorizado na mistura com a gasolina”. Disse a fiscal Zoraide Alves.

Os laudos comprovaram que não havia qualquer alteração na qualidade do combustível. De forma ética e responsável, dando total e amplo direito de manifestação ao estabelecimento, o Portal, conforme mencionado, que tratou o caso desde o início como suspeita, reproduz abaixo alguns trechos da nota enviada pelo Posto São Vicente.

Ocorre que diferentemente das informações erroneamente vinculadas em alguns meios de comunicação, o que ocorreu foi uma fiscalização por meio do Procon Estadual, juntamente com a Polícia Civil da comarca para apurar possíveis irregularidades em Postos de Gasolina, e no dia 06/08/2015 o Procon realizou um teste junto as bombas de combustível dos Postos da Rede Estrela, no referido teste veementemente contestado pelo proprietários da empresa, ao passo que não possui nenhuma formação técnica para a realização do mesmo, nem tampouco equipamentos que possam dar a certeza de qualquer impropriedade no combustível, foi realizado no Posto São Vicente e lá foi supostamente constatado possível irregularidade na propriedade da gasolina comum.

Após o fadado teste, e com as supostas irregularidades ocasionou no lacramento de duas bombas de combustível (comum), bem como no tanque que guarnecia o mesmo combustível junto ao Posto São Vicente.

Imediatamente a empresa requereu o teste na presença de seu proprietário, mas tal medida foi negada tanto pelo PROCON, quanto pela Polícia Civil, e firmaram uma notificação com as medidas tomadas como os lacres impossibilitando a comercialização do combustível.

Como lhe fora negado a realização do teste na presença do proprietário, a empresa conseguiu retirar ainda uma amostra da mesma gasolina antes do lacre no tanque, enviando imediatamente o produto para laboratório competente e que realiza estes testes de qualidade em todo o Estado de Santa Catarina, que por sua vez realizou o teste e veio a confirmar que a gasolina não estava adulterada, e estava apta para o consumo, isso em menos de 48hs do ato praticado pelo PROCON e Polícia Civil.

Porém, o resultado do PROCON veio após análise do IGP (instituto Geral de Perícias), neste lapso a empresa permaneceu com as bombas e o tanque lacrado até o dia 26/08/2015, ou seja, mais de 20 dias sem comercializar o produto.

Após a detida análise do órgão Estadual (IGP) a requerimento do PROCON – Estadual, o teste resultou mais uma vez que a gasolina estava apta e sem nenhuma impropriedade ou adulteração, contrariando o primeiro fadado teste realizado no dia 06/08/2015 nas dependências do Posto.

A pretensão da empresa agora é comunicar toda a população sobre o forte enfoque dado no dia da fiscalização como a grande presença da mídia, com fotos de Policiais lacrando o posto, foi soterrada ante ao posicionamento de que a gasolina nunca teve qualquer tipo de impropriedade, ou seja, o que resta inapropriado ou indevido são os testes realizados ao bel prazer deste órgão sem ter condições técnicas para tais análises, nem pessoal qualificado para tal mister, vindo a prejudicar e macular a imagem de uma empresa com mais de 30 anos no comércio local, sem JAMAIS ter qualquer irregularidade.


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