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Médicos do Samu estão descontestes com falta de respostas a reivindicações

Médicos do Samu estão descontestes com falta de respostas a reivindicações

Éder Luiz

Éder Luiz

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Os médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) participam no dia 12 de novembro, às 20h, na Associação Catarinense de Medicina (ACM), em Florianópolis, de assembleia geral extraordinária convocada pelo Sindicato dos Médicos do Estado de Santa Catarina (SIMESC). Em pauta, o posicionamento da categoria frente à ausência de respostas à proposta de acordo coletivo de trabalho.

De acordo com o vice-presidente do SIMESC, César Ferraresi, a proposta foi entregue em agosto à Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), organização social que administra o Samu no Estado. Entre as reivindicações que integram a proposta do acordo coletivo estão o reajuste na hora trabalhada, reajuste no vale refeição e alimentação, pagamento de insalubridade em grau máximo, tendo como base o salário mínimo nacional e a realização de cursos de treinamento e capacitação tanto para o início das atividades como de forma continuada.

César Ferraresi explica que embora os médicos tenham conquistado reajustes na hora plantão no acordo coletivo do ano passado, alguns pontos de pauta não foram contemplados e agora foram retomados. “Um deles são os cursos de capacitação que avaliamos serem fundamentais para quem vai atuar na área de urgência e emergência”, declara.

Atuação

Aproximadamente 320 médicos atuam no Samu em Santa Catarina. A SPDM é responsável pela administração do serviço desde agosto de 2012, quando o governo do Estado optou por terceirizar essa atividade fim.


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