Operadoras justificam por que o sinal de celular é tão ruim em Joaçaba
Operadoras justificam por que o sinal de celular é tão ruim em Joaçaba
As empresas Oi, Vivo e Claro, prestadoras de serviço de telefonia móvel em Joaçaba, foram as únicas que responderam ao questionamento feito pela Câmara de Vereadores do município. A pedido do vereador Éber Bundchen, o Poder Legislativo solicitou as operadoras o mapa de alcance de telefonia, tanto na área urbana como rural, pois, muitas são as reclamações que chegam aos vereadores em reação a deficiência do sinal.
Segundo Éber, as operadoras não enviaram mapas e informaram ainda que, de acordo com regulamentação da Anatel, só teriam obrigatoriedade de ampliar o sinal nas regiões metropolitanas, como é o caso de Joaçaba que faz parte da Região Metropolitana do Contestado. Porém, isso só deve ocorrer em meados de 2016. As operadoras também justificaram que a deficiência de sinal se deve, em partes, a topografia acidentada da região.
A operadora ‘Oi’ informou que está encaminhando os procedimentos necessários para ampliar o número de torres no município, sendo que uma delas será instalada, em 2015, no Bairro Jardim Alvorada, ampliando ou melhorando a cobertura para os bairros Santa Tereza, Flor da Serra, Cruzeiro do Sul e Vila Pedrini.
O vereador Éber afirma que pretende colaborar com as operadoras viabilizando uma verificação, através do sistema GPS, dos locais onde não há sinal ou este ainda é deficitário. A esta análise serão anexadas informações que já chegaram ao Poder Legislativo e ao próprio vereador Éber sobre locais também conhecidos como ‘pontos cegos‘. “Iremos encaminhar a documentação a todas as operadoras para que cada uma delas possa encontrar a melhor forma de implantar ou melhorar o seu sinal”, diz o vereador.
O vereador complementa ainda dizendo que o que se busca, através do Poder Legislativo, é que o município de Joaçaba esteja relacionado pelas operadoras como uma cidade que requer e precisa de atenção. “O que nos parece é que agora as operadoras estão cientes de que existe uma cobrança para que este serviço, considerado essencial, seja melhorado”, afirmou.
Texto: Adriana Panizzi
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