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(Foto: Revista Ufo)
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Pesquisador desmente alegações de fraudes nos agroglifos do Oeste

A redação do Portal Éder Luiz recebeu nesta semana um e-mail do pesquisador A.

Éder Luiz

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(Foto: Revista Ufo)

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A redação do Portal Éder Luiz recebeu nesta semana um e-mail do pesquisador A. J. Gevaerd, sobre os agroglifos que apareceram em Ipuaçú no mês passado, desfazendo as alegações de que as marcas em plantações de trigo são fraudes e explicando porque essa é uma impossibilidade. Também foi divulgado um vídeo que mostra em imagens das marcas feitas por um drone.

Abaixo leia as alegações do pesquisador:

Desde que anunciada a descoberta de mais dois agroglifos na cidade de Ipuaçu, no oeste catarinense, como ocorre todos os anos, a imprensa local e nacional deu atenção aos casos. Mas, infelizmente, sem diferenciar quem faz pesquisa científica de quem meramente emite opiniões sobre o tema, alguns veículos publicaram textos ou apresentaram matérias que aludem à suposta falsidade das figuras encontradas no dia 26 de outubro.

A alegação de fraude não se sustenta minimamente, a começar pelo fato de que quem a expressou não esteve no local investigando os fatos, não conhece as circunstâncias que envolvem os agroglifos, não pesquisou as figuras nas plantações e nem conversou com moradores do local em busca de mais evidências. Simplesmente, as pessoas que alardeiam que as imagens são falsas nunca as investigaram e não têm autoridade para se manifestar.

Um dos que assim procederam é um jovem de Curitiba chamado apenas Tiago Roberto, que afirma ser de uma comunidade da internet chamada “Ufologia Paranaense”. Ele alega que o fato de ter sido encontrado um toco de 20 cm dentro de um dos agroglifos seria indicação de fraude. E que vizinhos ouviram risadas e conversas na noite anterior à descoberta dos agroglifos. Por fim, Tiago Roberto diz ainda que foi a Ipuaçu na quarta-feira seguinte aos fatos (dia 29 de outubro) e que “bateu os olhos nas figuras e viu que eram fraudes”.

Para começar, é mentira que ele tenha estado em Ipuaçu, pois na quarta-feira em questão o jovem trocou e-mails de Curitiba com este editor. Segundo, supor que um toco de 20 cm seja usado para fazer um agroglifo de mais de 100 m não é nem sequer razoável. Terceiro, os vizinhos nada podem ter ouvido, como se inventou, simplesmente porque residem a no mínimo 600 metros do local e não teriam condições para isso. Então, toda esta trama inventada por Tiago Roberto, que não assina seu sobrenome, não passa de um ato inconsequente e irresponsável, altamente danoso à Ufologia Brasileira. Temos em arquivo as mensagens do jovem em que se diz arrependido e até pede desculpas.

Pesquisa se faz “in locu”. Desde 2008 a Revista UFO comparece ao local com estudiosos e equipamentos para mensurar os agroglifos e determinar suas condições. Neste período, jamais foram encontrados vestígios de qualquer espécie da ação humana que indicassem sua autoria. Em todos os casos, as figuras surgem sem explicação e assim permanecem. Os agroglifos que desde 2008 ocorrem em Ipuaçu, oeste de Santa Catarina, são legítimos, não são produzidos por humanos e têm natureza inexplicada.

As figuras são produzidas de maneira artificial por alguma inteligência de origem não terrestre. Suas características são únicas e irreproduzíveis, assim atestadas nestes sete anos de investigações, que alcançam mais de 30 figuras examinadas detalhadamente. Neste ano, nos dias 26 e 27 de outubro, uma equipe da Revista UFO esteve novamente na área, onde se encontraram duas figuras descomunais, de mais de 150 metros de comprimento, que foram analisada de vários ângulos e filmada com um drone.

http://youtu.be/x7BNOc2YPKc


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