Pesquisador diz que marcas em plantações de trigo não foram feitas pelo homem
Os agroglifos que desde 2008 ocorrem em Ipuaçu, oeste de Santa Catarina, são legítimos! É o que aforma o ufólogo A.
Os agroglifos que desde 2008 ocorrem em Ipuaçu, oeste de Santa Catarina, são legítimos! É o que aforma o ufólogo A. J. Gevaerd, editor da Revista UFO e que esteve no local em que as misteriosas marcas apareceram no último domingo.
Gevaerd fez a avaliação em um texto enviado a imprensa. Acompanhe abaixo
Os agroglifos são produzidos de maneira artificial por alguma inteligência de origem não humana. Suas características são únicas e irreproduzíveis, assim atestadas nestes sete anos de investigações, que alcançam mais de 30 figuras examinadas detalhadamente.
Desde 2008 a Revista UFO comparece ao local com estudiosos e equipamentos para mensurar os agroglifos e determinar suas condições. Neste período, jamais foram encontrados vestígios de qualquer espécie da ação humana que indicassem sua autoria. Em todos os casos, as figuras surgem sem explicação e assim permanecem.
Neste ano, nos dias 26 e 27 de outubro, uma equipe da UFO esteve novamente na área, a tempo de registrar pelo menos um dos agroglifos antes de ser destruído pelo proprietário. Trata-se de uma figura descomunal, de mais de 140 metros de comprimento, que foi analisada de vários ângulos e filmada com um drone.
O exame das características desta figura, quando ainda intacta (foi destruída perto das 17h00 de 26/10), indica com absoluta certeza ser autêntica, e não produto da ação humana. Não se constatou qualquer variação na radioatividade ou eletromagnetismo em seu interior e nem em áreas externas.
Se já é um grande mistério decifrar o que significam tais sinais desenhados em plantações, ainda que os estudiosos acreditem se tratar de alguma forma de mensagem ou comunicação, igualmente enigmático é entender a razão de, em todo o Brasil, o fenômeno ocorrer apenas em Ipuaçu e somente nesta mesma época.
O tratamento preconceituoso ou cético das figuras é inapropriado, uma vez que já se constatou sua legitimidade. Deve-se, isso sim, tratar o fenômeno de maneira científica, como vem fazendo a Revista UFO, investigando-o sem tréguas, examinando suas características e tentando determinar sua origem e significado.
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