Polícia prende mais um membro da quadrilha que aliciava taxistas para o tráfico em Joaçaba
Polícia prende mais um membro da quadrilha que aliciava taxistas para o tráfico em Joaçaba
A Polícia Civil, através da Divisão de Investigações Criminais (DIC) de Joaçaba, com o apoio de Policial Civil da Delegacia de Treze Tílias, prendeu nesta manhã em Blumenau, no bairro Itoupava Central, Rodrigo Ribeiro, que estava foragido desde a deflagração da operação Bandeira 2, que prendeu oito pessoas em sua primeira fase, no dia 11 de março deste ano. Na época, a polícia apurou que a quadrilha aliciava taxistas pra distribuírem drogas na região.
O delegado regional Daniel Régis informou que Ribeiro estava escondido em Blumenau, de onde continuava a articular a remessa de entorpecentes para a nossa região. Ele responde por tráfico de drogas e associação para o tráfico, sendo reincidente específico e egresso do sistema prisional pelos mesmos delitos.
"Indivíduo extremamente nocivo, que vive exclusivamente do crime, será conduzido a Joaçaba e, após exame de corpo de delito, recolhido ao presídio regional". Declarou o delegado.
A operação Bandeira 2, uma das maiores já realizada na repressão ao tráfico de drogas em Joaçaba, Treze Tílias e região, resultou na apreensão de drogas, celulares, dinheiro, uma arma de pressão que simula uma verdadeira, e os veículos Ford Fusion, Gol (2) e Chevrolet Corsa Sedan. Ao todo foram cumpridos 10 mandados de busca e dos 10 de prisão expedidos pelo Juiz, oito foram cumpridos, sendo que dois suspeitos ficaram foragidos, sendo Ribeiro preso hoje e permanecendo sem destino certo Norival Soares de Oliveira Junior.
De acordo com o delegado Daniel Régis, na época das primeiras prisões as investigações estavam acontecendo há pelo menos três meses e trata-se de uma quadrilha envolvida no tráfico e associação ao tráfico de entorpecentes. Um dos Indivíduos: Alan de Jesus Alves da Conceição, é, segundo o delegado, um dos traficantes mais perigosos que a DIC já prendeu nos últimos anos.
Ainda segundo a polícia, outros taxistas acabaram sem saber sendo usados pelos traficantes para fazer corridas e transportar drogas, por isso o nome da operação Bandeira 2.
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