“Quando o Executivo não atende um pedido do vereador é para o povo que ele está dizendo não”.
“Quando o Executivo não atende um pedido do vereador é para o povo que ele está dizendo não”.
Na sessão da segunda-feira (23), o vereador Osni de Avila (PSD), solicitou novamente que o Executivo Municipal de atenção às estradas do interior. “As estradas do interior estão intransitáveis, cada vez que um agricultor solicita que elas sejam melhoradas a resposta que ouve é que não tem dinheiro para colocar óleo nas maquinas, estamos cansados de ouvir esta desculpa esfarrapada de falta de dinheiro. O que a Prefeitura fez com os altos valores devolvidos pela Câmara de Vereadores ao longo destes quatro anos? Cerca de R$ 1,6 milhão, aonde foram usados estes recursos? ”. Questiona o vereador.
Osni destacou que na atual gestão da Câmara de Vereadores, na presidência de Adelar Provenci, já foram realizadas três devoluções, totalizando R$ 80 mil. “Agora compraram R$ 450 mil de brita, é brita para melhorar todas as estradas do munícipio, então com os recursos devolvidos comprem óleo para as maquinas e porque não fazem? É falta de vontade, não de dinheiro”.
O vereador foi ainda mais longe, criticou o fato de o Executivo Municipal manter Secretarias se sequer tem recursos para que elas realizem os serviços que lhe competem. “O Executivo fala tanto em falta de recursos, porque então ao invés de contratar não demite os cargos de confiança, aí teria dinheiro para realizar as obras que a população tanto necessita e não são sós as estradas do interior que estão em situação de precariedade, na área central a situação não é diferente”.
Em relação aos buracos nas ruas da cidade, o vereador aponta a saída. “É simples, é só manter uma equipe com dois ou três funcionários e quando o problema aparecer ir lá e resolver, não deixar que um pequeno buraco se transforme numa cratera como está acontecendo, já propus aqui a criação da força-tarefa, mas nada que os vereadores pedem o Executivo atende, ele não está dizendo não para nós, mas sim para a comunidade”.
Texto: Joce Pereira
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