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Santa Catarina é o estado que menos usa o Pix no Brasil; entenda o motivo

Em contraste, o estado teve a segunda maior média de valores transferidos via Pix

Luan

Luan

Foto: Agência Brasil

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Santa Catarina foi o estado que menos fez transferências via Pix em 2024. Em média, cada usuário do serviço realizou 25 envios por mês. Os dados foram divulgados na segunda-feira (17), em pesquisa da FGV (Fundação Getúlio Vargas).

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Apesar do baixo número de transferências via Pix, Santa Catarina teve a segunda maior média de valores transferidos pelo serviço, chegando a R$ 248,96 por transferência. Em primeiro lugar, aparece o Mato Grosso, com R$ 272,44. No Brasil, o valor médio das transações através do Pix foi R$ 190,57.

A média nacional de transações realizadas no último ano foi de 32 por usuário. Amazonas lidera a lista entre os estados, com média de 47 transferências via Pix mensais por usuário.

Quanto à adesão, o estudo observou que 63% da população brasileira utiliza Pix. O Distrito Federal apresentou a maior adesão a esse meio de pagamento, com 77%. Santa Catarina, por sua vez, teve adesão de 60,86%.

O que explica o baixo número de transferências via Pix em Santa Catarina?

Segundo a FGV, a quantidade e o valor de transferências via Pix seria reflexo das desigualdades regionais. Usuários de áreas com maior renda tendem a realizar transações de maior valor. Além disso, quem usa o serviço em regiões de menor renda, tende a utilizá-lo mais vezes.

Como exemplo, Amazonas ilustra a diferença entre acesso e uso. O estado teve o maior número de transações por usuário do país e, ao mesmo tempo, o menor valor médio das transações (R$ 120,53). Conforma a FGV, isso sugere um uso incorporado aos hábitos cotidianos, com transações frequentes e de baixo valor.

Os Estados do Norte e Nordeste registram valores médios de transferência mais baixos em comparação com as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O estudo completo pode ser acessado neste link.

Fonte: ND+


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