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Categoria realizou duas manifestaçõe em frente a prefeitura em busca de negociação.
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Servidores públicos municipais realizam nova paralisação e marcam assembléia para definir greve

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Joaçaba organizou uma nova manifestação que aconteceu nesta quinta-feira.

Éder Luiz

Éder Luiz

Categoria realizou duas manifestaçõe em frente a prefeitura em busca de negociação.

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O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Joaçaba organizou uma nova manifestação que aconteceu nesta quinta-feira. Por volta das 18h30 vários servidores se reuniram em frente a prefeitura municipal, na Praça Adolfo Konder, para protestar contra o que classificam como falta de negocião por parte da prefeitura em relação as negociações do reajuste da categoria.

Portando faixas e cartazes, os manifestantes também exibiram narizes de palhaços e cartões vermelhos destinados a administração.

Segundo Jorge Rosa, presidente do Sindicato dos Servidores, desde a manifestação que aconteceu na semana passada não houve abertura de diálogo por parte do prefeito ou de seus secretários. O projeto enviado pela prefeitura à Câmara de Vereadores, com a proposta de 9% de reajuste, voltará a pauta na próxima segunda, mas os servidores não aceitam o índice oferecido. " O que reivindicamos são os 10.96% do INPC. Infelizmente não conseguimos ainda conversar com o chefe do executivo para sentarmos e fazer,os uma análise dos números nesta negocião e tivemos que voltar aqui parta demonstrar a insatisfação com o a form que o executivo vem tratando um assunto tão sério".

Segundo Jorge, na próxima segunda-feira a categoria se reunirá novamente para discutir a possibilidade de greve. " Já deixamos marcada a próxima assembléia para tratar sobre a questão legal da greve. Infelizmente quem irá pagar com essa greve é a sociedade, mas tudo indica que teremos algumas paralisações, se não geral em alguns setores inicialmente".

Ainda segundo o presidente, alguns servidores estão sofrendo com o assédio moral em seus setores. "Vamos debates também a questão do assédio moral, que temos informações está acontecendo em alguns setores da prefeitura. Queremos buscar alguma forma legal de que este tipo de coação não aconteça e que todos tenham, o direito de se manifestar". Encerrou.

Nenhum representante da administração municipal se fez presente para dialogar com os manifestantes.


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