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Setor de serviço é o que mais emprega em Joaçaba

O setor de serviço é o que mais emprega em Joaçaba.

Éder Luiz

Éder Luiz

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O setor de serviço é o que mais emprega em Joaçaba. São 9.334 pessoas empregadas, 54,12% de toda mão de obra trabalhando no município. Em seguida vem o comércio, com 3.743 pessoas ocupadas, 21,70%. Os dados são da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Em 2013, a indústria respondia por 14,59% dos empregos, o terceiro setor que mais emprega no município. Das 17.245 pessoas trabalhando com carteira assinada, 2.517 estavam na indústria.

Apesar de ocupar a terceira posição, o setor industrial vem ganhando peso no município, especialmente depois da reabertura do frigorífico da Aurora. Desde o ano passado é a área que mais abre emprego em Joaçaba. Foram 91 em 2013 e 882 entre janeiro e setembro deste ano.

Já em Luzerna, a indústria é responsável por 49,91% dos empregos formais. Das 1.805 pessoas empregadas com carteira assinada em 2013, 901 era na indústria. Serviços e comércio são responsáveis por 19,55% e 17,45%, respectivamente.

A indústria continua empregando no município. Neste ano, de janeiro a setembro, das 121 novas vagas abertas, 63 foram no setor industrial.

Em Herval d’Oeste, a indústria também responde pela maior parte dos empregos. Dos 4.421 trabalhadores empregados no final de 2013, 1.501 era no setor, o que corresponde a 33,95. Em segundo lugar fica os serviços, com 1.349 ocupações, 30,51%. O comércio tinha 674 empregos abertos, 15,24%. Nos primeiros nove meses deste ano, a indústria abril 69 novas vagas no município. A principal empresa da cidade é a BRF.

Estado

Santa Catarina é o Estado onde a participação da indústria na geração de empregos é a maior do País. De cada 100 empregos com carteira de trabalho assinada no Estado, 36 estão nas fábricas, mostra o estudo Perfil da Indústria nos Estados, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Em segundo lugar vem o Rio Grande do Sul com 30,1% de empregados na indústria, seguido pelo Paraná, com 28,1%. SC também lidera na presença de indústrias no total de negócios no Estado, são 22,9%.

De acordo com o levantamento, Santa Catarina tem 811 mil trabalhadores industriais, 36,7% de todo o emprego com carteira assinada no Estado. O salário médio pago pela indústria catarinense é R$ 1.702,00, 18,5% abaixo da média nacional. Um percentual de 54,4% das exportações catarinenses são da indústria.

O Produto Interno Bruto (PIB) do setor ficou em R$ 50,3 bilhões em 2011, o sexto maior do país, representando 29,7% da economia estadual e  5,1% do PIB industrial nacional.

Os setores com mais força econômica são o alimentício, com 23,1%; seguido por máquinas, aparelhos e materiais elétricos com 8,6%; e vestuário e acessórios com 8,2%. Ainda conforme o estudo, Santa Catarina tem 43.951 indústrias, 8,5% do total nacional.

Outro dado que chama a atenção é a arrecadação de ICMS em 2013. SC arrecadou R$ 4,1 bilhões, superando o Paraná, que tem uma economia maior, mas obteve R$ 3,7 bilhões. O RS somou R$ 7,8 bilhões com o tributo no período.

"Temos um parque industrial diversificado e desconcentrado, que ainda tem uma participação significativa de indústrias intensivas em força de trabalho", avalia o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, referindo-se a segmentos como o de alimentos e de confecções.

Texto: Nei Pereira

 

 


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