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Usina Hidrelétrica Barra Grande impulsiona o desenvolvimento da Região dos Lagos

Usina Hidrelétrica Barra Grande impulsiona o desenvolvimento da Região dos Lagos

Éder Luiz

Éder Luiz

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Os investimentos em saúde e educação, além do apoio da BAESA a projetos de geração de emprego e renda, contribuíram para o aumento significativo do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) nos municípios da área de abrangência da Usina Hidrelétrica Barra Grande. Em dez anos, todas as cidades do entorno do empreendimento subiram da categoria “desenvolvimento regular” para a categoria “desenvolvimento moderado”, comprovando a importância da Usina para a região. O município catarinense de Cerro Negro é o exemplo mais emblemático dessa nova realidade. De 2000 a 2010, seu IFDM aumentou quase 60%, saltando de 0,3911 para 0,6171.

O IFDM é um estudo realizado anualmente pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, cujo objetivo é acompanhar o desenvolvimento dos municípios brasileiros com base em três variáveis: emprego e renda, educação e saúde. Cada variável contém aspectos determinantes para a definição do IFDM. O item “emprego e renda”, por exemplo, considera fatores como geração formal de emprego, estoque formal de emprego, salário médio dos empregos formais etc. Já a “educação” leva em conta informações como taxa de matrícula na educação infantil, taxa de abandono, percentual de docentes com ensino superior, média de horas-aula diárias e outras. A “saúde” analisa aspectos como número de consultas pré-natal, óbitos por causas mal definidas e óbitos infantis por causas evitáveis.

Após a análise dos dados, os municípios são dispostos em quatro categorias, conforme o IFDM. Entre 0 a 0,4, é considerado baixo estágio de desenvolvimento. Entre 0,4 a 0,6, desenvolvimento regular. Entre 0,6 a 0,8, desenvolvimento moderado. E entre 0,8 a 1, o município possui alto estágio de desenvolvimento. No caso da BAESA, todas as cidades da área de abrangência da Usina Hidrelétrica Barra Grande alcançaram o estágio “desenvolvimento moderado”, com índices superiores a 0,64. O desafio da região passa a ser o de manter os bons resultados obtidos e priorizar ações que permitam registrar, nos próximos anos, índices superiores a 0,8, de modo a alcançar o alto estágio de desenvolvimento.


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