Colisão violenta na “Curva da Morte” da BR-163 deixa um morto e duas mulheres feridas no Oeste
Uma colisão entre dois carros na madrugada desta sexta-feira (10), na BR-163, deixou um homem morto e duas mulheres feridas.
A madrugada desta sexta-feira (10) foi marcada por um grave e trágico acidente de trânsito no Extremo-Oeste catarinense. Por volta da 1h20, uma colisão envolvendo dois veículos de passeio mobilizou um grande aparato de socorro na BR-163, em um trecho de Guarujá do Sul conhecido perigosamente como “Curva da Morte”.
O trem de socorro do 12º Batalhão de Bombeiros Militar de São José do Cedro foi acionado e contou com o apoio rápido da guarnição de Dionísio Cerqueira e da equipe do SAMU para atender às vítimas.
Dinâmica e resgate dramático
Ao chegarem ao local, os socorristas constataram que três pessoas estavam presas às ferragens. O acidente envolveu um Ford Focus, que permaneceu sobre a pista de rolamento, e um Volkswagen Gol, que foi arremessado para fora da via, parando em um barranco.
No Focus, estavam duas mulheres adultas, ambas conscientes e orientadas. O resgate exigiu técnicas complexas de desencarceramento:
- A passageira estava com as pernas presas pelo painel. Ela apresentava fratura na perna direita, um ferimento cortante e suspeita de fratura na perna esquerda. Os bombeiros precisaram retirar os vidros, abrir as portas de forma forçada e realizar o corte e a expansão do painel para libertá-la. Após ser imobilizada, foi conduzida ao hospital.
- A motorista, que também precisou ser desencarcerada com o uso das mesmas técnicas de resgate, não apresentava suspeitas de fraturas graves. Ela foi estabilizada e transportada pela equipe do SAMU.

Vítima fatal
Infelizmente, o cenário no segundo veículo foi devastador. O condutor do Gol, um homem adulto, estava encarcerado e inconsciente. As equipes de socorro constataram que ele sofreu fraturas e ferimentos generalizados, além de hemorragias severas. O óbito foi confirmado ainda no local do acidente.
Após o resgate das sobreviventes, a cena da tragédia ficou sob os cuidados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Instituto Geral de Perícias (IGP), que realizou os levantamentos para apurar as causas da colisão.
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