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Foto: Ricardo Wolffenbuttel/Arquivo/SecomGOVSC
Economia

Santa Catarina registra aumento de 8,7% na renda média dos trabalhadores em 2025

Estado mantém uma das maiores rendas do país e segue com a menor taxa de desemprego do Brasil.

Luan

Luan

Foto: Ricardo Wolffenbuttel/Arquivo/SecomGOVSC

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Santa Catarina registrou crescimento no rendimento médio da população entre 2024 e 2025, conforme dados divulgados pelo IBGE. A renda média do trabalhador catarinense passou de R$ 3.587 para R$ 3.900 no período, representando alta de 8,7%, equivalente a um acréscimo de R$ 313.

Com o resultado, o estado segue entre os maiores rendimentos médios do país, ocupando a quarta posição no ranking nacional, atrás apenas do Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro. O valor também supera em 15,8% a média nacional, atualmente em R$ 3.367.

O governador Jorginho Mello afirmou que o avanço reflete o fortalecimento da economia catarinense e as políticas voltadas ao incentivo da produção e geração de empregos.

Segundo ele, medidas como redução da burocracia, estímulo ao empreendedorismo e apoio ao setor produtivo têm contribuído para ampliar as oportunidades de trabalho e melhorar a remuneração dos trabalhadores.

Além do crescimento da renda, Santa Catarina também mantém destaque no mercado de trabalho. Em 2026, o estado já acumula mais de 59 mil novas vagas formais criadas, conforme dados do Caged. A taxa de desocupação está em 2,2%, a menor do país e bem abaixo da média nacional, de 5,1%.

O secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Edgard Usuy, destacou que o fortalecimento da economia impacta diretamente no poder de compra da população.

De acordo com ele, o ambiente favorável aos negócios em Santa Catarina tem impulsionado setores como indústria, comércio e serviços, gerando mais renda e estimulando o consumo.

Outro fator apontado pelo governo para o crescimento da renda média é o avanço do empreendedorismo. Somente em 2025, mais de 140 mil novas empresas foram abertas no estado. A redução da burocracia e a modernização de processos têm permitido que novos negócios sejam formalizados em menos de 24 horas, segundo dados da Junta Comercial de Santa Catarina (Jucesc).

A ampliação de oportunidades também acompanha investimentos em infraestrutura e qualificação profissional. Setores como tecnologia, agronegócio, construção civil e comércio exterior seguem em expansão, aumentando a demanda por mão de obra especializada e pressionando os salários para cima.

Para sustentar o ritmo de crescimento econômico, o Governo de Santa Catarina mantém investimentos em programas de capacitação e incentivo às empresas, entre eles o Universidade Gratuita, CaTec, SCTEC, Pronampe SC e Juro Zero, voltados principalmente ao fortalecimento das micro e pequenas empresas responsáveis por grande parte dos empregos gerados no estado.

Ranking dos estados – Rendimento médio 2025 (IBGE)

1º Distrito Federal: R$ 6.492
2º São Paulo: R$ 4.106
3º Rio de Janeiro: R$ 4.039
4º Santa Catarina: R$ 3.900
5º Paraná: R$ 3.852
6º Rio Grande do Sul: R$ 3.836
7º Mato Grosso do Sul: R$ 3.564
8º Goiás: R$ 3.539
9º Mato Grosso: R$ 3.473
10º Espírito Santo: R$ 3.320
11º Minas Gerais: R$ 3.270
12º Roraima: R$ 3.183
13º Rondônia: R$ 3.080
14º Tocantins: R$ 2.984
15º Amapá: R$ 2.857
16º Rio Grande do Norte: R$ 2.731
17º Sergipe: R$ 2.591
18º Amazonas: R$ 2.527
19º Acre: R$ 2.438
20º Pernambuco: R$ 2.430
21º Paraíba: R$ 2.372
22º Piauí: R$ 2.361
23º Pará: R$ 2.347
24º Alagoas: R$ 2.281
25º Ceará: R$ 2.179
26º Bahia: R$ 2.162
27º Maranhão: R$ 2.043


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